Você já parou para pensar qual é o seu propósito? E por que algumas pessoas parecem mais realizadas do que outras?
Muitas respostas podem surgir dessas perguntas, mas eu destacaria outras perguntas: você está no lugar certo, fazendo a coisa certa?
Longe de querer prometer fórmulas mágicas e rápidas para solução dos nossos problemas existenciais, mas anos atrás eu me deparei com essa filosofia chamada ikigai e achei muito interessante para refletirmos de forma gráfica sobre algo tão profundo da nossa vida.
O ikigai nos ajuda a pensar qual nossa razão de existir, mas de uma forma mais objetiva, já que nós falamos sobre tantas cortinas de fumaça que ofuscam as nossas decisões. Imagine que eu more em um local que faz calor todos os dias do ano e eu sou apaixonada por confeccionar blusas de lã para vender em uma feira de artesanato… Qual a chance de eu me frustrar com isso? Será que esse produto é relevante para esse público-alvo? Parece uma análise básica, mas vejo muitas crianças sonhando com profissões e pais incentivando as profissões da moda.
Você “chega” ao ikigai quando une esses elementos (Amor, Habilidade, Demanda e Remuneração).
Se você toma decisões apenas pensando na remuneração e ignora seu amor e habilidade por determinada tarefa, provavelmente você experimentará o sentimento de vazio, porém priorizar o amor por determinada tarefa, mas não ser bom o suficiente para ela, e ignorar a demanda do mundo, fará com que você se sinta inútil.
O ideal é encontrar uma atividade que:
O mundo precise e seja relevante
Você seja bom
Você ame
Te remunere de acordo com as suas expectativas
Se você fizer essas perguntas básicas a você, já começará a exercitar o Ikigai.
Comente aqui se você encontrou ou não seu Ikigai e marque um amigo que gostaria de conhecer esse conceito.

